Estou na Lua
Melhor que a história verdadeira de quem anda a vender terrenos no «nosso» satélite natural só aquela em que João Bafo-de-Onça e um capanga o conseguem alcançar e começam a pintá-lo de preto com trinchas - sempre são mais largas que pincéis - para ganharem dinheiro chantageando os artistas que precisam do luar para se inspirarem.
Veja-se como a União Astronómica Internacional também se ri disto: http://duplice.wordpress.com/2006/10/24/humor-astronomico/